Você conhece o público que deseja atingir?

Amiga, senta aí, pega um café e vamos conversar,

Você veio empreender aqui em Portugal e ainda não sabe porque não conquistou seu “lugar” entre os cidadãos do país que escolheu?


Talvez seja hora de dar um mergulho na cultura deles não é?


Porque não adianta a gente tentar impor aqui o nosso produto, se este, não tem relação com os costumes do povo.

Por exemplo: brigadeiros são os primeiros convidados de uma festa de anos brasileira, mas já parou pra pensar que em outro país o doce queridinho da festa pode ser outro? E aí? O que você produz/oferece para este cliente?


Hoje eu separei três dicas pra você (re) pensar aí sua produção ok?


Dica 1- Essa é a mais importante: Por mais que você ache “estranho, menos interessante, menos saboroso, menos elaborado” etc. o item comumente utilizado pelos nacionais do país onde está, essa sempre será sua opinião contra um costume, uma prática há muito estabelecida, portanto o melhor a fazer é se adequar!


Dica 2- Pesquise sobre a relevância, importância e práticas do dia a dia dos “donos da casa” onde você está, e produza produtos pensando nessas especificidades. Um exemplo: Aqui, batizados são quase ou tão importantes quanto um casamento. No dia dos avós (26 de julho) é comum oferecer prendas, assim como lembranças às educadoras ao término do ano letivo. O dia da mãe, do pai e das crianças são em datas diferentes das nossas, na páscoa o chocolate não é o protagonista da festa e há datas importantes que não estão sequer no nosso calendário como o dia de Camões ou o São Martinho. Todas essas adequações podem te aproximar do público que deseja atingir. Pense nisso!


Dica 3- A abordagem que utilizamos ao nos comunicar com o outro é muito importante! Não estou falando aqui apenas de adequação linguística, mas sim de postura. Já pensou que podemos ser entusiasmados demais, parecer íntimos demais, ou efusivos demais? Talvez essa não seja uma forma de lidar com o outro bem recebida por pessoas diferentes da nossa cultura. Que tal observar como as relações entre cliente/empreendedora se dão e “limar as arestas” necessárias para um bom entendimento? Assim as duas partes saem ganhando!


Enfim, para que o sucesso tão esperado esteja mais próximo do que imaginamos, basta um pouco mais de dedicação e empenho para entender que estamos nós no habitat deles, e se conquistar eles (os portugueses) é nosso objetivo, precisamos de nos esmerar!

Empreender é um caminho árduo, mas com certeza aqueles que se destacam são os que pensam no cliente como pessoas e não como números!


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